WCEVinhos de Origem

WCE Portugal · Signature Edition

Vinhos
de Origem

29 de agosto a 8 de setembro de 2026

Onze dias. Cinco regiões vínicas. Uma narrativa.
AlentejoDãoBeira InteriorBairradaDouro

A essência

Portugal recebido por quem faz seus vinhos.

Cinco regiões vínicas oficiais e vinte casas e projetos lidos à mesa com famílias, produtores e enólogos.

Vertical histórica no Mouchão, prova com Alexandra Maçanita, almoço com a família Pato e longa guarda nas Caves São Domingos tornam a curadoria visível desde o início.

Lagares e tonéis da Herdade do Mouchão

O gesto de receber

À mesa com produtores, enólogos e famílias.

No Mouchão, Iain Reynolds Richardson e Hamilton Reis abrem uma vertical histórica antes do almoço da Chef Eva Lafita. Na FITAPRETA, Alexandra Maçanita conduz uma prova com Pala Pinta e Encarnação. É essa proximidade que orienta toda a jornada.

Conhecer os encontros de assinatura →

Encontros de assinatura

O que torna esta viagem inesquecível.

Quatro encontros de assinatura concentram as ações curatoriais mais exclusivas. Outras casas anfitriãs completam a narrativa de cada região.

Alexandra Maçanita durante uma prova na FITAPRETA

Alentejo · FITAPRETA

Alexandra Maçanita abre a prova.

Na antiga adega da FITAPRETA, Alexandra Maçanita recebe o grupo e conduz uma leitura autoral do Alentejo. A conversa atravessa território, castas e escolhas de adega enquanto chegam à mesa vinhos que raramente aparecem juntos.

Pala Pinta e Encarnação entram entre os vinhos icônicos da seleção.

01 / 04

A jornada

Onze dias. Cinco regiões vínicas. Uma narrativa.

Lisboa: A chegada
01
Região vínicaAbertura da jornadaDestinoLisboa

A chegada

Lisboa recebe o grupo com tempo para chegar, respirar e compreender o desenho da jornada. A primeira mesa estabelece o tom: viajar por Portugal a partir de quem cultiva, vinifica e recebe.

29 de agosto de 2026

Évora · Estremoz · Monforte: A paisagem se abre
02
Região vínicaAlentejoDestinoÉvora · Estremoz · Monforte

A paisagem se abre

O Alentejo começa pela voz de Alexandra Maçanita na FITAPRETA e segue por propriedades onde família, vinha e adega constroem leituras distintas do mesmo território.

30 de agosto de 2026

Casa Branca → Penalva do Castelo: Tradição que ainda trabalha
03
Região vínicaAlentejo → DãoDestinoCasa Branca → Penalva do Castelo

Tradição que ainda trabalha

No Mouchão, Iain Reynolds Richardson, Hamilton Reis e a chef Eva Lafita transformam a história da propriedade em almoço, conversa e vinho. Depois, a estrada conduz da planície alentejana ao granito do Dão.

31 de agosto de 2026

Serra da Estrela: Precisão e paisagem
04
Região vínicaDãoDestinoSerra da Estrela

Precisão e paisagem

O Dão aparece entre floresta, altitude e granito. Cada parada aproxima o grupo de produtores que trabalham frescura, textura e longevidade sem perder a identidade da região.

1 de setembro de 2026

Santar → Marialva: A origem para além da adega
05
Região vínicaDão → Beira InteriorDestinoSantar → Marialva

A origem para além da adega

A jornada atravessa o Dão e alcança a Beira Interior. Em Marialva, altitude, vinhas velhas e hospitalidade dão forma a outro capítulo, com a paisagem vínica da região integrada à aldeia histórica.

2 de setembro de 2026

Bairrada → Ílhavo: A grande narrativa da Baga
06
Região vínicaBairradaDestinoBairrada → Ílhavo

A grande narrativa da Baga

Com Luís Pato e a família, a Baga é contada à mesa e a partir das vinhas. O dia continua na Bairrada antes de encontrar, em Ílhavo, outra tradição portuguesa feita de precisão e permanência.

3 de setembro de 2026

Anadia → Guimarães: O vinho como ofício de espera
07
Região vínicaBairradaDestinoAnadia → Guimarães

O vinho como ofício de espera

Nas galerias das Caves São Domingos e na escala autoral do Vadio, a Bairrada mostra que tempo e identidade também são métodos. A viagem segue para o norte carregando essa memória.

4 de setembro de 2026

Guimarães → Quinta da Gaivosa → Douro: A entrada no Douro
08
Região vínicaDouroDestinoGuimarães → Quinta da Gaivosa → Douro

A entrada no Douro

O Douro deixa de ser apenas o último encontro e ganha tempo próprio. Na Quinta da Gaivosa, socalcos, vinhas antigas e a continuidade da família Alves de Sousa abrem três dias dedicados à região.

5 de setembro de 2026

Peso da Régua → Gouvinhas: Famílias que atravessam o tempo
09
Região vínicaDouroDestinoPeso da Régua → Gouvinhas

Famílias que atravessam o tempo

Quinta do Vallado e Quinta do Crasto revelam duas linhagens familiares que ajudaram a escrever o Douro contemporâneo. Vinhas velhas, arquitetura e vinhos de parcela mostram como tradição e inquietação podem avançar juntas.

6 de setembro de 2026

Quinta Nova → Pinhão → Lisboa: Entre parcela e Porto
10
Região vínicaDouroDestinoQuinta Nova → Pinhão → Lisboa

Entre parcela e Porto

Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo e Quinta do Bomfim encerram o capítulo duriense entre microterroirs, adega histórica, lagares e a memória dos grandes Portos Vintage.

7 de setembro de 2026

Lisboa: O percurso permanece
11
Região vínicaSíntese das cinco regiõesDestinoLisboa

O percurso permanece

Lisboa encerra o itinerário sem interromper a narrativa. A mesa final reúne regiões, pessoas e vinhos para que o percurso seja lembrado pelas relações construídas ao longo dos onze dias.

8 de setembro de 2026

As casas da jornada

Quem nos recebe, o que abre e o que compartilha.

Vinte casas e projetos vínicos compõem o percurso pelas cinco regiões oficiais de Portugal. Torre de Palma e Casa da Ínsua aparecem também por seus vinhos, como propriedades anfitriãs cuja produção participa da jornada.

Alentejo

O Alentejo abre a jornada por vozes muito diferentes: projetos autorais, famílias históricas e propriedades onde vinha, adega, mesa e hospedagem pertencem à mesma paisagem.

Alexandra Maçanita na FITAPRETA

Évora

FITAPRETA

Alexandra MaçanitaDiretora de enoturismo e anfitriã

Alexandra conduz a prova dentro da linguagem irreverente da FITAPRETA, aproximando castas, território e escolhas de adega sem transformar o encontro em uma visita convencional.

No copoPala Pinta, Encarnação e uma seleção de vinhos icônicos da casa.

A evidênciaRecepção pessoal, prova comentada e acesso à narrativa autoral do projeto.

Herdade das Servas em Estremoz

Estremoz

Herdade das Servas

Família Serrano Mira e equipeProdutores

Uma propriedade familiar em que a escala da vinha encontra uma leitura precisa de Estremoz e do Alentejo. A conversa passa pela continuidade entre gerações e pelo modo como cada vinho nasce de parcelas e castas portuguesas.

No copoVinhos da Herdade das Servas, com foco nas castas e nos lotes que expressam Estremoz.

A evidênciaHistória familiar, vinha própria, adega e prova orientada pela equipe da casa.

Quinta do Carmo, casa dos vinhos Dona Maria

Estremoz

Dona Maria

Júlio Bastos e equipeProprietário e produtor

Na Quinta do Carmo, arquitetura, memória e vinho convivem sem ruptura. A propriedade apresenta o trabalho de Júlio Bastos e uma visão de elegância construída a partir do Alto Alentejo.

No copoDona Maria e os vinhos de parcela e reserva que traduzem o trabalho de Júlio Bastos.

A evidênciaCasa histórica, adega e prova conectada à trajetória do produtor.

Herdade do Mouchão

Casa Branca

Herdade do Mouchão

Iain Reynolds Richardson e Hamilton ReisProprietário e enólogo

O Mouchão é recebido por dentro: família, enologia e cozinha sentam-se à mesma mesa. A propriedade revela como Alicante Bouschet, lagares e tempo de garrafa formam uma identidade que atravessa gerações.

No copoMouchão e safras escolhidas para uma leitura vertical da propriedade.

A evidênciaAlmoço com os anfitriões e a chef Eva Lafita, acompanhado por prova vertical.

Vinho Torre de Palma produzido em Monforte

Propriedade anfitriã com produção vínica própria

Monforte

Torre de Palma · Vinhos

Duarte de Deus e equipeEnólogo e anfitriões da propriedade

No Alto Alentejo, a Torre de Palma não é apenas hospedagem. Duarte de Deus trabalha sete hectares, sete castas e microparcelas influenciadas pela Serra de São Mamede para produzir vinhos de autor, em pequenos lotes e com intervenção mínima.

No copoArinto + Alvarinho, Reserva Tinto, Alicante Bouschet & Tinta Miúda e vinhos da família.

A evidênciaVinha própria, adega boutique, lagares de mármore e produção artesanal dentro da propriedade.

Dão

No Dão, granito, altitude e floresta aparecem em projetos de escalas distintas. A região é lida por produtores e propriedades que conectam vinho, patrimônio e vida agrícola.

Quinta da Taboadella no Dão

Silvã de Cima

Quinta da Taboadella

Rodrigo Costa e equipeEnólogo e anfitriões da quinta

A Taboadella aproxima arquitetura contemporânea, lagares romanos e uma leitura precisa do Dão. A experiência permanece no percurso como casa anfitriã, sem integrar os encontros de assinatura.

No copoGrande Villae, Encruzado e referências selecionadas do portfólio da quinta.

A evidênciaVinha, adega, lagar romano e conversa técnica com a equipe de enologia.

Vinhas do Ribeiro Santo

Carregal do Sal

Ribeiro Santo

Victor Seco e equipeCoordenação e anfitriões do projeto

A visita lê o Dão pela textura do granito e pela frescura das vinhas. Victor Seco e a equipe conectam território, adega e uma seleção de rótulos do projeto Magnum Vinhos.

No copoRibeiro Santo e vinhos selecionados para mostrar a precisão contemporânea do Dão.

A evidênciaRecepção da equipe, leitura do terroir e prova orientada.

Casa da Passarella no Dão

Lagarinhos

Casa da Passarella

Equipe da Casa da PassarellaGuardiões de uma casa histórica

Uma casa de 1892 que preserva vinhas velhas e referências fundamentais do Dão. O encontro será concentrado em uma seleção de garrafas capaz de apresentar a profundidade da propriedade.

No copoVilla Oliveira Encruzado e referências históricas escolhidas para o percurso.

A evidênciaSeleção vínica focal, história da casa e leitura das vinhas velhas.

Quinta do Soito no Dão

Mangualde

Quinta do Soito

Equipe da Quinta do SoitoProdutores

A Quinta do Soito traz uma escala próxima e uma leitura contemporânea das castas do Dão. A conversa acontece entre vinha, projeto familiar e vinhos de identidade regional.

No copoVinhos da Quinta do Soito com foco nas castas tradicionais do Dão.

A evidênciaVinha própria, produção familiar e prova comentada.

Vinhas e jardins de Santar Vila Jardim

Santar

Santar Vila Jardim

Equipe de Santar Vila JardimAnfitriões do patrimônio e da paisagem

Em Santar, jardins históricos e vinhas são lidos como uma única paisagem cultural. O vinho participa da visita sem se separar da arquitetura, dos jardins e da memória da vila.

No copoVinhos ligados à paisagem de Santar e ao território do Dão.

A evidênciaJardins históricos, patrimônio, vinha e hospitalidade local.

Uvas cultivadas pela Casa da Ínsua no Dão

Propriedade anfitriã com produção vínica própria

Penalva do Castelo

Casa da Ínsua · Vinhos

Enólogos e equipe da Quinta da ÍnsuaProdução vínica e produtos da propriedade

A Casa da Ínsua produz vinho desde 1852 e mantém adega, vinhas e produtos agrícolas dentro da quinta. A hospedagem ganha outra dimensão quando o Dão DOC, o Queijo Serra da Estrela DOP e a produção local chegam à mesma mesa.

No copoEncruzado, Branco Reserva, Tinto Reserva e Grande Reserva Casa da Ínsua.

A evidênciaProdução na quinta, adega histórica, castas do Dão e provas acompanhadas pelos enólogos da propriedade.

Beira Interior

Em Marialva, altitude, granito e vinhas velhas dão à Beira Interior um capítulo próprio. Por ser uma única casa anfitriã, sua presença ocupa toda a largura e concentra paisagem, vinho e acolhimento.

Jura Flor Nobre, vinho das Casas do Côro em Marialva

Marialva

Casas do Côro · Vinhos de Marialva

Cármen e Paulo Romão, com enologia de Rui MadeiraProprietários e criadores dos vinhos

As Casas do Côro transformam Marialva em uma experiência de território. Vinhas velhas com mais de oitenta anos e novas parcelas plantadas a cerca de seiscentos metros dão origem a vinhos frescos, minerais e marcados pela acidez da altitude.

No copoEntrada e Jura Flor Nobre, referências vínicas produzidas a partir das vinhas de Marialva.

A evidênciaVinhas locais, produção própria, gastronomia e hospedagem reunidas na aldeia histórica.

Bairrada

A Bairrada é contada pela Baga, pelo método tradicional e por produtores que escolheram preservar identidade mesmo quando isso exigia seguir na direção oposta.

Luís Pato em suas vinhas na Bairrada

Óis do Bairro

Luís Pato

Luís Pato e famíliaProdutor e família anfitriã

A mesa familiar aproxima a Baga de quem dedicou décadas a compreender parcelas, solos e longevidade. O encontro deixa que o vinho seja contado em primeira pessoa.

No copoVinhos de diferentes vinhas e safras escolhidos por Luís Pato.

A evidênciaAlmoço com a família, leitura de parcelas e prova conduzida pelo produtor.

Galerias das Caves São Domingos

Anadia

Caves São Domingos

Susana Pinho e equipeAnfitriã da casa

Nas galerias subterrâneas, o método tradicional aparece como trabalho paciente. Espumantes e aguardentes formam um arquivo líquido da Bairrada.

No copoEspumantes de longa guarda e aguardentes selecionadas pela casa.

A evidênciaGalerias, método tradicional, estágio prolongado e prova orientada.

Vinhos Vadio na Bairrada

Poutena

Vadio

Luís Patrão e equipeProdutor

O Vadio trabalha a Bairrada em pequena escala, com foco na Baga, na acidez e na transparência do lugar. É um contraponto autoral dentro do capítulo regional.

No copoVadio Baga e referências de pequena produção.

A evidênciaProjeto independente, produção de escala próxima e leitura direta da Bairrada.

Douro

Em três dias, o Douro ocupa toda a largura da jornada: cinco propriedades aproximam socalcos, vinhas antigas, famílias históricas, microterroirs, vinhos de parcela e a tradição do Porto.

Socalcos e vinhas da Quinta da Gaivosa no Douro

Santa Marta de Penaguião

Alves de Sousa · Quinta da Gaivosa

Família Alves de SousaProdutores do Douro

A Quinta da Gaivosa reúne encostas exigentes, vinhas quase centenárias e a memória de várias gerações. A propriedade é apresentada como origem, não como cenário: é daqui que nasce um dos vinhos mais emblemáticos da família.

No copoQuinta da Gaivosa e uma seleção de Douro DOC e Porto da família Alves de Sousa.

A evidênciaVinhas antigas, adega familiar, socalcos e prova guiada na propriedade.

Vinhas e arquitetura da Quinta do Vallado no Douro

Peso da Régua

Quinta do Vallado

Família FerreiraDescendentes de Dona Antónia Adelaide Ferreira

Fundada em 1716 e ainda conduzida pelos descendentes de Dona Antónia Adelaide Ferreira, a Quinta do Vallado conecta casa histórica, vinhas velhas e arquitetura contemporânea sem transformar tradição em imobilidade.

No copoQuinta do Vallado Reserva Field Blend, Adelaide e uma seleção de Douro DOC e Porto.

A evidênciaVinhas plantadas entre as décadas de 1920 e 1950, lagares de granito, adega contemporânea e gestão familiar.

Quinta do Crasto e vinhas em socalcos sobre o Douro

Gouvinhas · Sabrosa

Quinta do Crasto

Família RoquetteQuarta geração na condução da propriedade

Com registros vínicos desde 1615, a Quinta do Crasto transforma uma herança secular em referência contemporânea. A família Roquette apresenta o Douro através de parcelas centenárias, vinhos de identidade e uma paisagem de grande força.

No copoVinha Maria Teresa, Vinha da Ponte e referências de Douro DOC e Porto da Quinta do Crasto.

A evidênciaMarco pombalino de 1758, vinhas centenárias, adega familiar e parcelas emblemáticas sobre a margem direita do rio.

Parcelas e edifícios da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo no Douro

Covas do Douro · Sabrosa

Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo

Família Amorim · equipe de viticultura e enologiaPropriedade, vinha e adega

Na Quinta Nova, 41 parcelas tradicionais permitem ler o Cima Corgo em detalhe. A adega histórica de 1764, hoje renovada, aproxima patrimônio, precisão vitícola e uma linguagem de vinhos desenhada a partir dos microterroirs da propriedade.

No copoAeternus, Mirabilis, vinhos de parcela, Quinta Nova Reserva e Porto Vintage.

A evidênciaQuarenta e uma parcelas, adega de 1764, vinhas centenárias e criação vínica conduzida a partir da propriedade.

Quinta do Bomfim entre o rio e as vinhas do Pinhão

Pinhão

Quinta do Bomfim

Família Symington · equipe da Dow'sCinco gerações no Douro

À margem do rio, a Quinta do Bomfim é casa de família e origem de alguns dos Portos Vintage mais celebrados da Dow's. Lodge, vinhas e lagares mostram como técnica, continuidade e tempo constroem um grande Porto.

No copoDow's Quinta do Bomfim Vintage Port e uma seleção de Porto e Douro DOC da família Symington.

A evidênciaLodge de 1896, vinhas de xisto, lagares modernos e cinco gerações da família Symington na propriedade.

Hotéis que nos recebem

Duas formas de permanecer dentro da paisagem.

As experiências vínicas mantêm a origem presente durante a noite; os hotéis de percurso protegem o ritmo das transições.

Torre de Palma Wine Hotel

Alentejo

Torre de Palma Wine Hotel

Vinha, adega boutique, cozinha e arquitetura prolongam o Alentejo por toda a hospedagem.
0104

Percurso territorial

Portugal, lido pelas suas regiões vínicas.

O mapa geral conecta Alentejo, Dão, Beira Interior, Bairrada e Douro, preservando a escala da viagem e a sequência territorial entre as casas que nos recebem.

Explorar o mapa por região

Roteiro completo

Receba seu acesso
ao roteiro completo.

Percorra os onze dias, as cinco regiões vínicas, as vinte casas e projetos e os encontros preparados especialmente para esta edição.

11 dias narrados20 casas e projetos vínicos04 encontros de assinatura
Roteiro completo

Receber acesso imediato

Preencha seus dados. O acesso abre imediatamente e também será enviado ao seu e-mail.