Garrafas que documentam o Dão
Com Miguel Pires, uma passagem concentrada pela Casa da Passarella seleciona vinhos de vinha centenária. Na Quinta do Soito, Sandra e José Carlos apresentam Encruzado, colheitas anteriores e produções limitadas.

Dia 05 · 2 de setembro de 2026
A jornada atravessa o Dão e alcança a Beira Interior. Em Marialva, altitude, vinhas velhas e hospitalidade dão forma a outro capítulo, com a paisagem vínica da região integrada à aldeia histórica.
A razão deste dia
Este é um dos capítulos mais autorais da viagem. O Dão profundo aparece nas vinhas antigas, na proximidade com quem produz e nos jardins de Santar. Em Marialva, hotel, rua, mesa e paisagem tornam-se uma única experiência.


O dia em movimentos
Com Miguel Pires, uma passagem concentrada pela Casa da Passarella seleciona vinhos de vinha centenária. Na Quinta do Soito, Sandra e José Carlos apresentam Encruzado, colheitas anteriores e produções limitadas.
Casas senhoriais, jardins, vinha e arquitetura mostram que a origem de um vinho começa muito antes da fermentação.
A aldeia histórica envolve a hospedagem. Caminhar pelas ruas, jantar e dormir entre casas recuperadas transforma a noite numa experiência de lugar.
As equipes da Passarella e Santar; Sandra e José Carlos no Soito; Cármen, Paulo Romão e a equipe das Casas do Côro.
Produtos regionais no Soito e jantar de território nas Casas do Côro.
Casas do Côro, Marialva
Para viver bem o dia
A programação detalhada e eventuais ajustes serão comunicados pela equipe WCE. Apoio: +351 912 888 139.
Dão e Beira Interior · origem ampliada
Passarella e Soito colocam o vinho em primeiro plano; Santar Vila Jardim amplia a leitura para casas e jardins; Casas do Côro mostra como uma aldeia histórica pode acolher sem perder identidade.
Garrafas limitadas, conversas com proprietários e edifícios recuperados demonstram que profundidade nasce da coerência entre preservar e criar.
Villa Oliveira e O Fugitivo ajudam a ler o Dão serrano por idade, exposição e memória.
No Soito, colheitas anteriores e produções limitadas aproximam o visitante das escolhas da família.
Santar e Marialva não são cenários congelados; continuam sendo usados e reinterpretados.
As pessoas dão voz ao lugar
Vinhas históricas
Quinta do Soito · projeto familiar
Casas, jardins, vinha e arquitetura
Casas do Côro · Marialva
O vinho como linguagem
Vinhas antigas e interpretações de personalidade na Passarella.
Delicadeza, frescor e evolução em produções limitadas.
Vinhos que prolongam a paisagem de Marialva no copo.
Durante o percurso
A origem se completa quando o vinho encontra jardins, famílias, aldeias e hospitalidades do mesmo território.
Caderno de leitura · Dão e Beira Interior
O percurso une vinhas antigas a jardins históricos e termina numa aldeia recuperada. A conexão não é decorativa: em todos os casos, o passado participa do presente. Passarella e Soito guardam vinhos e parcelas; Santar organiza uma paisagem de casas e jardins; Marialva incorpora a história à experiência de caminhar, jantar e dormir.
A passagem para a Beira Interior muda a escala. Altitude, pedra e distância dos grandes centros ajudam a perceber uma hospitalidade mais íntima. Casas do Côro torna-se exemplo de como recuperar patrimônio sem apagar a leitura de uma aldeia.
Vocabulário do dia
Vinha muito antiga, frequentemente composta por diversidade de castas e marcada pela adaptação longa ao lugar.
Vinificação de brancos com contato prolongado com películas, capaz de acrescentar textura, estrutura e outra dimensão aromática.
Em Santar, a relação entre casas, jardins, vinha e espaço coletivo forma uma leitura integrada de patrimônio.
Modelo em que diferentes edifícios de uma aldeia são recuperados e passam a compor uma experiência comum.
Para levar à conversa
A Beira Interior chega como uma descoberta: o vinho encontra a pedra, a aldeia e o gesto de recuperar sem uniformizar.
Para guardar
Em Marialva, a viagem dorme dentro da própria história.