Wine & PlaceVinhos de Origem · Portugal 2026 · Arquivo

Vinhos de Origem · informação essencial

O dia a dia,
em um só lugar.

O percurso, quem nos recebe, os vinhos, a mesa e a hospedagem. Cada capítulo preserva o ritmo da viagem e abre uma segunda camada para quem deseja compreender melhor cada escolha.

Começar pelo Dia 01 ↓
Lisboa · luz atlântica e primeiro encontro com Portugal01

29 de agosto de 2026 · Abertura da jornada

A chegada

Lisboa recebe o grupo com tempo para chegar, descansar e entrar no ritmo da viagem. A primeira noite é livre; os encontros com produtores e enólogos começam no Alentejo, no dia seguinte.

PercursoLisboa

A leitura do dia

A cidade como porta de entrada silenciosa

  1. 01 · ChegadaPrimeiro olhar sobre Portugal

    A travessia termina em Lisboa, onde horizonte, azulejos, luz e atmosfera oferecem o enquadramento inicial da jornada.

  2. 02 · Fim de tardeTempo para pousar

    O ritmo é livre e leve, pensado para recuperar a energia e entrar gradualmente na cadência portuguesa.

  3. 03 · NoiteUma noite de descanso

    Uma refeição simples e uma primeira taça portuguesa, apenas se houver vontade. Amanhã, a experiência vínica começa de verdade.

Para viver bem o dia

Orientação prática

Encontro
Chegada individual e encontro no Hotel Real Palácio, em Lisboa.
Ritmo
Dia de chegada, sem programação vínica obrigatória. Preserve tempo para descanso e adaptação.
Chegar sem pressa também faz parte da viagem.
FITAPRETA · Paço do Morgado de Oliveira02

30 de agosto de 2026 · Alentejo

A paisagem se abre

O Alentejo começa pela voz de Alexandra Maçanita na FITAPRETA e segue por propriedades onde família, vinha e adega constroem leituras distintas do mesmo território.

PercursoLisboa · FITAPRETA · Herdade das Servas · Dona Maria · Torre de Palma

A leitura do dia

Arquitetura, continuidade familiar e a primeira leitura do Alicante Bouschet

  1. 01 · ManhãRecebidos na FITAPRETA

    No Paço do Morgado de Oliveira, Alexandra Maçanita abre Pala Pinta, Encanamento e outras referências escolhidas para apresentar a identidade da casa.

  2. 02 · À mesaO legado da Herdade das Servas

    No Legacy Winery Restaurant, cozinha alentejana e vinhos da família Serrano Mira contam uma história de continuidade com olhar contemporâneo.

  3. 03 · Tarde e noiteDona Maria e Torre de Palma

    Capela, jardins, lagares de mármore e vinhos de guarda introduzem o universo de Júlio Bastos. Ao cair da tarde, Torre de Palma prolonga a leitura pela hospitalidade.

Para viver bem o dia

Orientação prática

Encontro
Lobby do Hotel Real Palácio. A equipe WCE comunicará o horário de saída do grupo.
Ritmo
Dia inteiro entre Lisboa e o Alentejo, com casas vínicas, mesa e chegada a Monforte.
No Alentejo, a paisagem não envolve o vinho: ela faz parte dele.
Herdade do Mouchão · tradição alentejana ainda viva03

31 de agosto de 2026 · Alentejo → Dão

Tradição que ainda trabalha

No Mouchão, Iain Reynolds Richardson, Hamilton Reis e a chef Eva Lafita transformam a história da propriedade em almoço, conversa e vinho. Depois, a estrada conduz da planície alentejana ao granito do Dão.

PercursoTorre de Palma · Herdade do Mouchão · Casa da Ínsua

A leitura do dia

Do monumento do Alicante Bouschet à serenidade do Dão

  1. 01 · ManhãTorre de Palma por dentro

    Vinha, pequena adega, arquitetura e paisagem revelam como o vinho pode organizar uma experiência inteira de hospitalidade.

  2. 02 · Experiência centralO tempo do Mouchão

    Iain Reynolds Richardson e Hamilton Reis recebem-nos entre lagares e tonéis para uma vertical histórica; depois, a Chef Eva Lafita prolonga a conversa num almoço privado de inspiração alentejana.

  3. 03 · Fim de diaEntrada no Dão

    A Casa da Ínsua recebe a viagem como um ecossistema de patrimônio, jardins, agricultura, vinho e hospitalidade.

Para viver bem o dia

Orientação prática

Encontro
Recepção em Torre de Palma e saída conjunta para a Herdade do Mouchão.
Ritmo
Manhã na propriedade, experiência central e almoço no Mouchão; viagem ao Dão no fim do dia.
No Mouchão, a tradição não é cenário. É um gesto que continua vivo.
Taboadella · vinha e arquitetura no Dão04

1 de setembro de 2026 · Dão

Precisão e paisagem

O Dão aparece entre floresta, altitude e granito. Cada parada aproxima o grupo de produtores que trabalham frescor, textura e longevidade sem perder a identidade da região.

PercursoCasa da Ínsua · Taboadella · Ribeiro Santo · Madre de Água

A leitura do dia

Patrimônio, arquitetura e o Dão contemporâneo

  1. 01 · ManhãJardins e memória

    O dia começa entre jardins, patrimônio e produtos da Casa da Ínsua, numa leitura do vinho integrada à vida de uma quinta histórica.

  2. 02 · Meio do diaTaboadella, passado e futuro

    Na Wine House, a equipe de enologia liderada por Rodrigo Costa aproxima lagar romano, arquitetura contemporânea e vinhos de precisão numa conversa à mesa.

  3. 03 · Tarde e noiteRibeiro Santo e a Serra

    Victor Seco e a equipe do Ribeiro Santo conduzem uma prova de Encruzado, Vinha da Neve, parcela e evolução em garrafa. Depois, Madre de Água devolve o vinho ao contexto rural da Serra da Estrela.

Para viver bem o dia

Orientação prática

Encontro
Casa da Ínsua, após o café da manhã, para início conjunto do percurso pelo Dão.
Ritmo
Patrimônio pela manhã, Taboadella e Ribeiro Santo ao longo do dia, Serra da Estrela à noite.
No Dão, a precisão nunca se separa da paisagem.
Casa da Passarella · vinhas antigas e memória do Dão05

2 de setembro de 2026 · Dão → Beira Interior

A origem para além da adega

A jornada atravessa o Dão e alcança a Beira Interior. Em Marialva, altitude, vinhas velhas e hospitalidade dão forma a outro capítulo, com a paisagem vínica da região integrada à aldeia histórica.

PercursoMadre de Água · Casa da Passarella · Quinta do Soito · Santar · Marialva

A leitura do dia

Vinhas antigas, jardins históricos e uma aldeia de pedra

  1. 01 · ManhãGarrafas que documentam o Dão

    Com Miguel Pires, uma passagem concentrada pela Casa da Passarella seleciona vinhos de vinha centenária. Na Quinta do Soito, Sandra e José Carlos apresentam Encruzado, colheitas anteriores e produções limitadas.

  2. 02 · TardeSantar Vila Jardim

    Casas senhoriais, jardins, vinha e arquitetura mostram que a origem de um vinho começa muito antes da fermentação.

  3. 03 · NoiteMarialva e Casas do Côro

    A aldeia histórica envolve a hospedagem. Caminhar pelas ruas, jantar e dormir entre casas recuperadas transforma a noite numa experiência de lugar.

Para viver bem o dia

Orientação prática

Encontro
Madre de Água, para saída conjunta rumo à Casa da Passarella.
Ritmo
Um dia de vários movimentos curtos: produtores, jardins, aldeia histórica e jantar em Marialva.
Em Marialva, a viagem dorme dentro da própria história.
Luís Pato à mesa · fotografia institucional06

3 de setembro de 2026 · Bairrada

A grande narrativa da Baga

Com Luís Pato e a família, a Baga é contada à mesa e a partir das vinhas. O dia continua na Bairrada antes de encontrar, em Ílhavo, outra tradição portuguesa feita de precisão e permanência.

PercursoMarialva · Luís Pato · Ílhavo

A leitura do dia

Vinho, biografia, porcelana e design português

  1. 01 · ManhãDa aldeia à Bairrada

    A mudança de paisagem prepara uma nova linguagem de vinho, marcada pela influência atlântica e pela personalidade da Baga.

  2. 02 · À mesa com o produtorLuís Pato

    Um almoço com Luís Pato e a família une vinhos de parcela, pé franco, castas singulares e uma conversa direta com quem redefiniu a ambição contemporânea da região.

  3. 03 · Fim de tardeO universo Vista Alegre

    Em Ílhavo, porcelana, cultura material, design e hotelaria ampliam a curadoria para outras formas portuguesas de criar beleza.

Para viver bem o dia

Orientação prática

Encontro
Casas do Côro, após o café da manhã, com bagagem pronta para Ílhavo.
Ritmo
Estrada pela manhã, almoço prolongado com Luís Pato e chegada ao universo Vista Alegre.
A tradição continua quando alguém tem coragem de questioná-la.
Caves São Domingos · o tempo no silêncio subterrâneo07

4 de setembro de 2026 · Bairrada

O vinho como ofício de espera

Nas galerias das Caves São Domingos e na escala autoral do Vadio, a Bairrada mostra que tempo e identidade também são métodos. A viagem segue para o norte carregando essa memória.

PercursoÍlhavo · Caves São Domingos · Vadio · Guimarães

A leitura do dia

Caves históricas, precisão artesanal e uma cidade-fundação

  1. 01 · ManhãCaves São Domingos

    Com a enóloga Susana Pinho, galerias históricas, método tradicional e longa guarda mostram o tempo não como consequência, mas como parte ativa da construção do vinho.

  2. 02 · TardeA escala íntima do Vadio

    Luís Patrão e Eduarda Dias revelam uma Bairrada de pequena escala. A prova dos tonéis aproxima o processo, a parcela e as diferentes camadas do tempo.

  3. 03 · NoiteChegada a Guimarães

    A cidade histórica encerra o dia com ruas medievais, pedra e um dos símbolos mais fortes da formação de Portugal.

Para viver bem o dia

Orientação prática

Encontro
Montebelo Vista Alegre Ílhavo, com bagagem pronta para Guimarães.
Ritmo
Caves pela manhã, almoço leve, encontro no Vadio à tarde e viagem ao norte.
Alguns vinhos são feitos também de silêncio e espera.
Quinta da Gaivosa · socalcos e vinhas históricas08

5 de setembro de 2026 · Douro

A entrada no Douro

O Douro deixa de ser apenas o último encontro e ganha tempo próprio. Na Quinta da Gaivosa, socalcos, vinhas antigas e a continuidade da família Alves de Sousa abrem três dias dedicados à região.

PercursoGuimarães · Quinta da Gaivosa · Douro

A leitura do dia

Vinhas históricas, família e a primeira leitura do xisto

  1. 01 · ManhãEntrada no Douro

    Os socalcos e as encostas revelam uma viticultura construída em diálogo permanente com relevo, exposição e tempo.

  2. 02 · EncontroQuinta da Gaivosa

    A família Alves de Sousa apresenta vinhas históricas e vinhos de guarda que contam um Douro de identidade, concentração e longevidade.

  3. 03 · Fim de diaPermanecer no Douro

    A noite acontece entre as encostas da região, permitindo que a paisagem continue a conversa iniciada na quinta.

Para viver bem o dia

Orientação prática

Encontro
Hospedagem em Guimarães, com bagagem pronta para a entrada no Douro.
Ritmo
Viagem ao vale, encontro na Quinta da Gaivosa e primeira noite entre as encostas durienses.
No Douro, cada curva da paisagem prepara uma nova forma de compreender o vinho.
Quinta do Vallado · três séculos no coração do Douro09

6 de setembro de 2026 · Douro

Famílias que atravessam o tempo

Quinta do Vallado e Quinta do Crasto revelam duas linhagens familiares que ajudaram a escrever o Douro contemporâneo. Vinhas velhas, arquitetura e vinhos de parcela mostram como tradição e inquietação podem avançar juntas.

PercursoQuinta do Vallado · Quinta do Crasto

A leitura do dia

De 1716 às parcelas centenárias, o Douro contado por suas famílias

  1. 01 · ManhãQuinta do Vallado

    A família apresenta uma propriedade fundada em 1716, onde a casa histórica, os lagares de granito, a arquitetura da adega e as vinhas velhas formam uma narrativa contínua.

  2. 02 · TardeQuinta do Crasto

    Na margem direita do Douro, a família Roquette aproxima história, parcelas centenárias e uma paisagem que se tornou inseparável da identidade dos vinhos da casa.

  3. 03 · Ao longo do diaO Douro de geração em geração

    As duas visitas revelam como decisões familiares, viticultura e enologia transformam patrimônios antigos em projetos vivos.

Para viver bem o dia

Orientação prática

Encontro
Hotel no Douro, para saída conjunta rumo à Quinta do Vallado.
Ritmo
Duas casas familiares em um dia inteiro, com tempo para vinha, adega, mesa e conversa.
Uma grande casa permanece relevante quando cada geração encontra sua própria forma de continuar.
Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo · parcelas que descem até o rio10

7 de setembro de 2026 · Douro

Entre parcela e Porto

Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo e Quinta do Bomfim encerram o capítulo duriense entre microterroirs, adega histórica, lagares e a memória dos grandes Portos Vintage.

PercursoQuinta Nova de Nossa Senhora do Carmo · Quinta do Bomfim · Lisboa

A leitura do dia

Quarenta e uma parcelas, cinco gerações e duas leituras do Cima Corgo

  1. 01 · ManhãQuinta Nova de Nossa Senhora do Carmo

    A visita percorre parcelas, vinhas e uma das adegas mais antigas da Região Demarcada, mostrando como cada microterroir participa da identidade dos vinhos.

  2. 02 · TardeQuinta do Bomfim

    À margem do rio, a casa da Dow's reúne o lodge de 1896, a adega, os lagares e vinhos que atravessam décadas de memória do Douro.

  3. 03 · Fim de diaRegresso a Lisboa

    Depois de três dias no Douro, a estrada retorna à capital para uma última noite de síntese e descanso.

Para viver bem o dia

Orientação prática

Encontro
Hotel no Douro, com bagagem pronta para o retorno a Lisboa.
Ritmo
Quinta Nova pela manhã, Quinta do Bomfim em Pinhão e viagem a Lisboa no fim do dia.
O Douro termina no copo, mas permanece na escala da paisagem e no tempo dos vinhos.
Lisboa · onde o percurso se transforma em memória11

8 de setembro de 2026 · Síntese das cinco regiões

O percurso permanece

Lisboa acolhe o café da manhã e a partida. As cinco regiões permanecem nos nomes das casas, nas garrafas e nas pessoas encontradas ao longo dos onze dias, sem acrescentar compromissos à despedida.

PercursoLisboa · Partida

A leitura do dia

Um encerramento sereno para uma viagem de origem

  1. 01 · ManhãÚltimo despertar em Portugal

    Um café da manhã tranquilo cria espaço para rever as imagens, encontros e sabores que marcaram a jornada.

  2. 02 · PartidaAté breve

    A saída de Lisboa acontece com calma, preservando a sensação de um percurso completo.

  3. 03 · Depois da viagemVinhos de Origem

    Cada garrafa levada para casa passa a guardar também uma paisagem, uma voz e uma história vivida em Portugal.

Para viver bem o dia

Orientação prática

Encontro
Hotel Real Palácio. A equipe WCE alinhará individualmente a saída de cada viajante.
Ritmo
Manhã de síntese e partida, sem acrescentar compromissos à despedida.
A melhor viagem termina quando a memória começa.