Quinta do Vallado
A família apresenta uma propriedade fundada em 1716, onde a casa histórica, os lagares de granito, a arquitetura da adega e as vinhas velhas formam uma narrativa contínua.

Dia 09 · 6 de setembro de 2026
Quinta do Vallado e Quinta do Crasto revelam duas linhagens familiares que ajudaram a escrever o Douro contemporâneo. Vinhas velhas, arquitetura e vinhos de parcela mostram como tradição e inquietação podem avançar juntas.
A razão deste dia
O segundo dia no Douro aproxima duas casas familiares essenciais. No Vallado, a herança de Dona Antónia Adelaide Ferreira encontra uma adega contemporânea e vinhas velhas. No Crasto, mais de quatro séculos de história conduzem às parcelas que deram nova projeção aos vinhos tranquilos da região.

O dia em movimentos
A família apresenta uma propriedade fundada em 1716, onde a casa histórica, os lagares de granito, a arquitetura da adega e as vinhas velhas formam uma narrativa contínua.
Na margem direita do Douro, a família Roquette aproxima história, parcelas centenárias e uma paisagem que se tornou inseparável da identidade dos vinhos da casa.
As duas visitas revelam como decisões familiares, viticultura e enologia transformam patrimônios antigos em projetos vivos.
As famílias e equipes de enologia da Quinta do Vallado e da Quinta do Crasto.
Mesa duriense integrada aos encontros, com vinhos escolhidos pelas casas.
No coração da região do Douro
Para viver bem o dia
A programação detalhada e eventuais ajustes serão comunicados pela equipe WCE. Apoio: +351 912 888 139.
Douro · famílias e continuidade
Vallado e Crasto colocam lado a lado duas linhagens familiares decisivas para o Douro contemporâneo. Arquitetura, viticultura e enologia mantêm vivo o patrimônio sem apenas repetir o passado.
Vinhas velhas e parcelas centenárias deixam de ser nomes de rótulo e passam a indicar lugares, relações familiares e escolhas próprias de cada quinta.
Casa histórica, lagares de granito, adega contemporânea e vinhas velhas conectam fundação e reinvenção.
Na margem direita, paisagem e parcelas específicas constroem os vinhos mais singulares da casa.
Cada geração decide o que preservar, transformar e como falar com seu tempo.
As pessoas dão voz ao lugar
Patrimônio e vinhas velhas
Parcelas e identidade familiar
O vinho como linguagem
A mistura de castas apresenta o Douro como composição coletiva.
Memória familiar, seleção e continuidade.
Parcelas excepcionais revelam textura e individualidade.
Durante o percurso
Uma grande casa permanece relevante porque cada geração encontra uma maneira honesta de continuar.
Caderno de leitura · Douro
Vallado e Crasto atravessam longos períodos históricos, mas não são apresentados como monumentos. Adegas contemporâneas, decisões de parcela e novas leituras de vinhas velhas mostram que continuidade é uma atividade, não um estado.
Os nomes Adelaide, Maria Teresa e Vinha da Ponte carregam mais do que prestígio. Eles aproximam pessoa, memória e lugar, tornando cada vinho uma entrada específica numa história familiar. A comparação entre casas ajuda a perceber como legados diferentes produzem linguagens igualmente atuais.
Vocabulário do dia
Lote originado de uma vinha com múltiplas castas plantadas juntas, colhidas e interpretadas como conjunto.
Vinha de idade avançada cuja diversidade e adaptação acumulada podem produzir grande complexidade.
Expressão de um lugar delimitado dentro da quinta, escolhida por identidade própria.
Transmissão de patrimônio e conhecimento acompanhada por novas decisões em cada geração.
Para levar à conversa
No Douro, os nomes de família permanecem porque continuam ligados a lugares e escolhas que podem ser reconhecidos no copo.
Para guardar
Uma grande casa permanece relevante quando cada geração encontra sua própria forma de continuar.