Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo
A visita percorre parcelas, vinhas e uma das adegas mais antigas da Região Demarcada, mostrando como cada microterroir participa da identidade dos vinhos.

Dia 10 · 7 de setembro de 2026
Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo e Quinta do Bomfim encerram o capítulo duriense entre microterroirs, adega histórica, lagares e a memória dos grandes Portos Vintage.
A razão deste dia
O último dia vínico é construído por contrastes complementares. A Quinta Nova lê o Cima Corgo através de 41 parcelas e de uma adega histórica renovada. Em Pinhão, a Quinta do Bomfim aproxima cinco gerações da família Symington, vinhas de xisto, lagares e a longevidade do Porto.

O dia em movimentos
A visita percorre parcelas, vinhas e uma das adegas mais antigas da Região Demarcada, mostrando como cada microterroir participa da identidade dos vinhos.
À margem do rio, a casa da Dow's reúne o lodge de 1896, a adega, os lagares e vinhos que atravessam décadas de memória do Douro.
Depois de três dias no Douro, a estrada retorna à capital para uma última noite de síntese e descanso.
As equipes da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo e da família Symington na Quinta do Bomfim.
Sabores do Douro acompanhados por vinhos de parcela, Douro DOC e Porto.
Hotel Real Palácio, Lisboa
Para viver bem o dia
A programação detalhada e eventuais ajustes serão comunicados pela equipe WCE. Apoio: +351 912 888 139.
Douro · parcela, adega e memória
Na Quinta Nova, quarenta e uma parcelas tornam visível a diversidade de uma propriedade. No Bomfim, lodge, lagares e a memória da Dow's reconectam o percurso aos grandes Portos Vintage.
A estrada para Lisboa permite rever o Douro lido pela paisagem, pelas famílias, pelas parcelas e pelo tempo de cave.
Exposição, altitude, solo e material vegetal mostram que uma quinta não é homogênea.
Na Quinta Nova, infraestrutura antiga e enologia atual se encontram.
No Bomfim, lagares e décadas transformam o Porto em arquivo de anos, famílias e decisões.
As pessoas dão voz ao lugar
Microterroirs, vinha e enologia
Dow's · cinco gerações no Douro
O vinho como linguagem
Seleção, profundidade, precisão e evolução.
A leitura de parcelas encontra a tradição fortificada.
Ano e lugar no equilíbrio entre doçura, estrutura e frescor.
Durante o percurso
O Douro se revela como mosaico de parcelas, famílias, adegas e tempos, não apenas como imagem monumental.
Caderno de leitura · Douro
As quarenta e uma parcelas da Quinta Nova tornam a propriedade um atlas em pequena escala. Solo, exposição, altitude e material vegetal mudam dentro da mesma quinta, permitindo compreender microterroir como observação concreta, não como expressão abstrata.
Na Quinta do Bomfim, a perspectiva se amplia para o tempo histórico do Porto. Lagares, lodge e vinhos Vintage mostram como um ano excepcional pode ser selecionado, fortificado e guardado por décadas. O Douro DOC e o Porto partem da mesma região, mas organizam maturação e memória de formas distintas.
Vocabulário do dia
Conjunto de condições particulares de uma pequena área, capaz de justificar manejo, colheita ou vinificação próprios.
Sub-região central do Douro onde se situam as duas casas deste capítulo e muitas quintas históricas.
Porto de uma só colheita excepcional, declarado por seu potencial e destinado a longa evolução em garrafa.
Recipiente tradicional associado à pisa e fermentação, ainda importante na cultura produtiva do Douro.
Para levar à conversa
O último dia no Douro reúne duas escalas do tempo: a precisão imediata do lugar e a lenta memória de uma grande garrafa.
Para guardar
O Douro termina no copo, mas permanece na escala da paisagem e no tempo dos vinhos.